Eugênio Trivinho

Professor do Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica e Assessor de Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PEPGCOS/PUC-SP).
Coordenador Geral do CENCIB – Centro Interdisciplinar de Pesquisas em Comunicação e Cibercultura nessa instituição, é Pesquisador do CNPq (Bolsa de Produtividade). Doutor em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), é Assessor ad hoc do CNPq, da CAPES e da FAPESP. Coordenador do PEPGCOS/PUC-SP nos biênios 2011-2013 e 2013-2015 e Vice-Coordenador nos biênios 2005-2007 e 2007-2009. Em 1995, contribuiu para fundar e coordenou, até 2002, o Grupo de Trabalho Comunicação e Sociedade Tecnológica (atual Comunicação e Cibercultura) da COMPÓS – Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação. De 2000 em diante, articulou a criação da ABCiber – Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura, formalmente fundada por pesquisadores de Programas de Pós-Graduação de várias áreas das Ciências Humanas, Ciências Sociais Aplicadas e Linguistica, Letras e Artes, durante o I Simpósio Nacional de Pesquisadores em Comunicação e Cibercultura, organizado pelo CENCIB/PUC-SP e realizado nesta Universidade, em setembro de 2006. Presidente da ABCiber (gestões 2007-2009 e 2009-2011), associação científica que voltou a presidir [em caráter interino] a partir de 2016. De 2003 a 2005, integrou a Comissão Qualis/CAPES de avaliação de periódicos científicos das áreas de Comunicação e Ciência da Informação. Membro do Conselho Científico e/ou Editorial de vários periódicos da área de Comunicação, integrou a Comissão Editorial da Revista Galáxia, editada pelo PEPGCOS/PUC-SP (2003-2005). Autor de vários ensaios de crítica da comunicação, da civilização mediática, da cultura pós-moderna e da cibercultura, publicou, entre outras obras, Glocal: visibilidade mediática, imaginário bunker e existência em tempo real (São Paulo: Annablume, 2012), A dromocracia cibercultural: lógica da vida humana na civilização mediática avançada (São Paulo: Paulus, 2007), O mal-estar da teoria: a condição da crítica na sociedade tecnológica atual (Rio de Janeiro: Quartet, 2001) e Redes: obliterações no fim de século (São Paulo: Annablume; FAPESP, 1998). Organizou A condição glocal: reconfigurações tecnoculturais, sociopolíticas e econômico-financeiras na civilização mediática avançada (São Paulo: Annablume, 2014; 344p); Flagelos e horizontes do mundo em rede: política, estética e pensamento à sombra do pós-humano (Porto Alegre: Sulina, 2009; 230p); com Edilson Cazeloto, A cibercultura e seu espelho: campo de conhecimento emergente e nova vivência humana na era da imersão interativa (São Paulo: ABCiber; Itaú Cultural, ebook, 166p); e, com Angela Pintor dos Reis e equipe do CENCIB/PUC-SP, A cibercultura em transformação: poder, liberdade e sociabilidade em tempos de compartilhamento, nomadismo e mutação de direitos (São Paulo: ABCiber; Itaú Cultural, ebook, 337p.). Sua obra mais recente [organizada] é A explosão do cibermundo: velocidade, comunicação e (trans)política na civilização tecnológica atual (Annablume, FAPESP, 2016, 328p), resultante de dois anos de pesquisa coletiva supervisionada no CENCIB/PUC-SP, com apoio do CNPq. Atualmente, coordena, por esse Centro, projetos bibliográficos desenvolvidos em contexto de intercâmbio internacional (1) com o Dipartimento di Filosofia e Comunicazione da Università di Bologna (DFC/UNIBO), em cooperação com o CPS – Centro de Pesquisas Sociossemióticas, também do PEPGCOS/PUC-SP, para desenvolvimento de obra sobre as relações entre comunicação, processos semióticos e práticas de vida na cidade; e (1) com o Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS/ULisboa), para desenvolvimento de obra sobre as relações entre comunicação e cibercultura. (Texto informado pelo autor)

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